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Artigos Conjur – Homero Mafra: Não preciso de perdão, desembargador

ARTIGO

Homero Mafra: Não preciso de perdão, desembargador

O artigo aborda a defesa intransigente da advocacia e o papel essencial dos advogados na sociedade, destacando a importância do direito de defesa e do devido processo legal. O autor, Homero Junger Mafra, expressa sua indignação frente a ataques à profissão, reforçando que advogados não devem ser perdoados por exercer sua função com ética e coragem. Ele clama por respeito e imparcialidade no tratamento dos argumentos apresentados na defesa, ressaltando a luta contínua pela liberdade e justiça.

Homero Mafra
01 ago. 2016 19 acessos 5,0 (1 avaliações)
Homero Mafra: Não preciso de perdão, desembargador

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância da advocacia, especialmente a atuação dos advogados criminalistas, e discute a relação entre o exercício dessa profissão e os princípios constitucionais de defesa e devido processo legal.

O autor, Homero Junger Mafra, expressa sua indignação em relação aos ataques direcionados aos advogados e ao direito de defesa, ressaltando seu papel como a voz dos que não têm defesa e sua atuação durante períodos de repressão, como a ditadura no Brasil. Ele ressalta a relevância da "Constituição Cidadã" e as garantias que ela oferece, contrastando com os desafios enfrentados atualmente, como a corrupção. O texto também enfatiza a necessidade de lutar pelo Estado de Direito e pelos direitos fundamentais, defendendo que os advogados devem ser respeitados por seu trabalho em nome da justiça e da liberdade.

Por fim, o autor critica uma declaração do desembargador Paulo Espírito Santo sobre a necessidade de "perdão" aos advogados, afirmando a inaceitabilidade de tal atitude e enfatizando a importância do respeito e da isenção na análise de seus argumentos.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Como advogado, não preciso de perdão, desembargador" por Homero Junger Mafra.

  • A Importância da Advocacia: Reflexão sobre o papel essencial dos advogados como defensores da justiça e da voz dos que não têm representação.
  • História da Luta pela Democracia: Reminiscências sobre a vivência do autor na luta pela democracia e o contexto histórico que moldou seu compromisso com a advocacia.
  • A Constituição Cidadã: Importância da Constituição de 1988 e suas garantias em relação ao exercício da advocacia e à defesa dos direitos fundamentais.
  • Combate à Corrupção e Defesa do Estado de Direito: A visão do autor sobre a necessidade de combater a corrupção sem abrir mão da defesa dos direitos e garantias constitucionais.
  • O Papel do Advogado em Tempos de Adversidade: O histórico de atuação da advocacia em momentos de crise, incluindo a luta contra abusos e o desrespeito à lei.
  • Rejeição à Ideia de Perdão: Crítica à declaração do desembargador Paulo Espírito Santo, reafirmando a dignidade e a independência da função do advogado e a dispensa de qualquer tipo de perdão.
  • Demandas por Respeito e Isenção: Apelo por respeito à profissão e à análise dos argumentos legais sem preconceitos ou desdém pela defesa.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Homero MafraAdvogado criminalista há 42 anos. Professor de Direito Processual Penal. Presidente da OAB-ES entre os anos de 2010 e 2018.  Orador Nacional da Abracrim.

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