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Artigos Migalhas – O homem vitruviano e o processo penal: A anatomia da justiça acusatória

ARTIGO

O homem vitruviano e o processo penal: A anatomia da justiça acusatória

O artigo aborda a interpretação do "Homem Vitruviano" de Leonardo da Vinci como uma metáfora para a justiça no processo penal, ressaltando a importância do equilíbrio entre as garantias legais e a busca pela justiça. Os autores, Philipe Benoni Melo e Silva, expõem como a simetria e a proporção do desenho refletem a necessidade de um sistema acusatório devidamente estruturado, criticando desvio de funções no âmbito jurídico que comprometem a imparcialidade e a integridade do processo. Assim, p...

Philipe Benoni
21 jul. 2025 38 acessos 5,0 (1 avaliações)
O homem vitruviano e o processo penal: A anatomia da justiça acusatória

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Publicado no Migalhas
Resumo do artigo

O artigo aborda a relação entre a obra "O Homem Vitruviano" de Leonardo da Vinci e o Direito Processual Penal, propondo uma análise hermenêutica que utiliza a obra como metáfora para discutir a estrutura do processo penal acusatório.

São tratados temas como a busca pelo equilíbrio entre justiça (representada pelo círculo) e a legalidade (simbolizada pelo quadrado), enfatizando a importância do devido processo legal e da proporcionalidade entre acusação e defesa. A dicotomia entre um processo formal e o ideal de justiça é explorada, destacando a necessidade de um juiz imparcial como centro do processo. Também é discutida a crítica à performance da justiça, exemplificada pelo RE 1.555.431/RS, onde houve uma flexibilização de garantias processuais fundamentais, o que resulta em um processo penal disfuncional.

Além disso, a importância da hermenêutica na interpretação das decisões judiciais é abordada, ressaltando que uma sentença deve ser coerente com os princípios constitucionais. A conclusão reflete sobre a necessidade de um corpo processual simétrico e funcional, alertando sobre os riscos de um sistema que ignora suas próprias garantias e concepções de justiça, comparando-as a um corpo deformado, onde o réu é tratado como objeto, e não como sujeito de direitos.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Migalhas.
Leia o artigo completo no MigalhasTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Philipe BenoniAdvogado Criminalista. Título Próprio da Universidade Pablo de Olavide de Sevilha (ES) em Fundamentos Críticos: los derechos humanos como Processos de Lucha por la Dignidad. Especialista em Direito Público pela Faculdade Fortium. Especialista em Probidade Administrativa pela Faculdade Projeção. Autor de livros e artigos.

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