Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de maio esgotou. A próxima é Execução Penal, em Brasília, com Lote 1 em vendas. Ver a imersão de junho

Artigos Empório do Direito – A pseudoinvestigação: o investigador fajuto e o investigador fingido

Início/Conteúdos/Artigos/Empório do Direito
ARTIGO

A pseudoinvestigação: o investigador fajuto e o investigador fingido

O artigo aborda a distinção entre investigação genuína e pseudoinvestigação, conforme discutido pela filósofa Susan Haack. A autora analisa a motivações por trás de cada tipo de investigação, ressaltando a importância da integridade intelectual e os perigos do raciocínio tendencioso, destacando a relevância dessas questões na academia e no sistema de justiça criminal.

Rômulo Moreira
04 out. 2018 16 acessos
A pseudoinvestigação: o investigador fajuto e o investigador fingido

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a temática da pseudoinvestigação e sua distinção em relação à investigação genuína, utilizando os conceitos de Susan Haack. A autora explora as motivações subjacentes a cada tipo de investigação, destacando que, na investigação genuína, o objetivo é chegar à verdade, independentemente de interesses pessoais, enquanto na pseudoinvestigação, o investigador busca apenas validar uma proposição já estabelecida.

Haack menciona o "raciocínio fingido" e o "raciocínio fajuto" como subcategorias da pseudoinvestigação, enfatizando a falta de compromisso com a verdade por parte do investigador. O texto também discute a importância da integridade intelectual, descrevendo como um investigador honesto questiona suas próprias crenças à luz da evidência, ao contrário do investigador comprometido com suas convicções.

Além disso, explora a diferença entre querer descobrir a verdade e desejar ser a pessoa reconhecida por essa descoberta, utilizando referências de filósofos como Jowett e Hobbes. Por fim, Haack conclui que a integridade intelectual não é apenas uma virtude epistêmica, mas também uma virtude moral, ressaltando a relevância desse discernimento na academia e no sistema de justiça.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "A pseudoinvestigação: o investigador fajuto e o investigador fingido" por Rômulo de Andrade Moreira.

  • Diferença entre Investigação Genuína e Pseudoinvestigação: A filósofa Susan Haack discute a distinção entre investigadores que buscam a verdade e aqueles que argumentam em favor de uma proposição já determinada.
  • Motivações do Investigador: Enquanto o investigador genuíno quer descobrir a verdade, o pseudoinvestigador busca defender uma crença prévia, refletindo sobre a integridade da motivação.
  • Impacto da Pseudoinvestigação no Processo Penal: O autor critica a atuação de juízes que, convencidos da culpa de réus desde o início, comprometem a imparcialidade da investigação.
  • Raciocínio Fajuto: Apresenta a noção de que a pseudoinvestigação pode se manifestar através de argumentos que buscam a aceitação social, indiferentes à verdade.
  • Honestidade Intelectual: Discute a importância da honestidade intelectual do pesquisador e como laços entre vontade e intelecto influenciam a investigação.
  • Desafios da Integridade Intelectual: A autora ressalta que manter a integridade intelectual requer coragem para mudar convicções em face de novas evidências.
  • A Comparação Humano-Animal: A capacidade humana de raciocínio é destacada como um ponto que nos diferencia, mas também propenso à pseudoinvestigação.
  • Conclusão sobre a Necessidade de Diferenciação: Finaliza com a relevância de identificar fraudulentos e genuínos na Academia e Justiça Criminal.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Romulo Moreira
Rômulo MoreiraProcurador de Justiça do Ministério Público da Bahia. Professor de Processo Penal da Universidade Salvador - UNIFACS. Pós-graduado em Processo Penal pela Universidade de Salamanca.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos