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Artigos Conjur – Opinião: Autotutela e a incorporação da moeda digital Drex

ARTIGO

Opinião: Autotutela e a incorporação da moeda digital Drex

O artigo aborda a evolução da autotutela no contexto jurídico brasileiro, destacando a incorporação da moeda digital Drex e a utilização de smart contracts. Os autores analisam como essas inovações tecnológicas podem permitir a execução de contratos de forma automática, minimizando a necessidade de intervenção judicial e proporcionando maior segurança nas transações. A proposta evidencia uma transformação significativa nas práticas contratuais e na gestão de conflitos no sistema jurídico.

Dierle Nunes
20 set. 2023 18 acessos
Opinião: Autotutela e a incorporação da moeda digital Drex

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a evolução do conceito de autotutela com a introdução dos smart contracts e a nova moeda digital Drex no Brasil. Primeiramente, discute a autotutela tradicional, marcada pela resolução de conflitos pela força, e exemplifica sua aplicação na legítima defesa e na proteção possessória.

A seguir, examina a modernização dessa prática, sobretudo na resolução de conflitos imobiliários por meio da alienação fiduciária, e a emergência da tecnologia no direito processual com os contratos inteligentes, que automatizam e garantem a execução de obrigações contratuais sem a necessidade de intermediários. O texto então analisa os impactos dos smart contracts em diversas áreas, como imobiliário, seguros e logística, ressaltando sua capacidade de eliminar a execução judicial e promover uma nova dinâmica nas relações contratuais.

Adicionalmente, explora a introdução do Drex, uma moeda digital centralizada que, em sinergia com os smart contracts, potencializa transações seguras e rápidas, prometendo transformar a autotutela em um mecanismo mais eficiente e autônomo. Por fim, o artigo provoca uma reflexão sobre os desafios e a necessidade de adaptação do sistema jurídico diante dessa revolução tecnológica, sublinhando a importância de pensar em medidas preventivas para possíveis danos que possam surgir na nova era da autotutela digital.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Autotutela e a incorporação da moeda digital Drex no Brasil", de Dierle Nunes, Aurélio Viana e Camilla Mattos Paolinelli.

  • Definição de Autotutela: Exploração do conceito tradicional de autotutela, associando-a à resolução de conflitos por meio da força e a evolução do conceito nas práticas atuais.
  • Exemplos Modernos de Autotutela: Análise sobre a legítima defesa no Direito Penal e ações possessórias, exemplificando a viabilidade da autotutela na atualidade.
  • Incorporar a Resolução de Conflitos: Discussão sobre a alienação fiduciária e sua eficácia na resolução de litígios extrajudicialmente.
  • Smart Contracts: Introdução aos contratos inteligentes, sua definição e fundamentação tecnológica, incluindo a utilização da blockchain e sua execução automática.
  • Impacto da Tecnologia no Direito Processual: Como a virada tecnológica é capaz de transformar as práticas judiciárias, especialmente com a utilização de smart contracts.
  • Aplicações dos Smart Contracts: Exemplos práticos de como os contratos inteligentes estão sendo utilizados em diversas áreas, como imóveis, seguros e logística.
  • Autonomia Privada e Execução Judicial: A análise da autonomia trazida pelos smart contracts e a possibilidade de reduzir a atuação do Judiciário na execução de contratos.
  • Introdução do Drex no Brasil: A nova moeda digital Drex e sua função como extensão digital do real, promovendo transações mais seguras e eficientes.
  • Integração entre Drex e Smart Contracts: Como a combinação de Drex e contratos inteligentes cria um ecossistema para transações mais transparentes e que minimizam a necessidade de intervenção judicial.
  • Desafios e Reflexões Futuras: A importância de discutir riscos e medidas preventivas em relação à autotutela digital e às práticas negociais na era da tecnologia.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Dierle NunesSócio de CRON Advocacia, com atuação estratégica no cível e empresarial. Se notabilizou como Processualista, participando da Comissão de Juristas que elaborou o CPC de 2015 e, há bastante tempo, é um estudioso do impacto das novas tecnologias, com destaque para a Inteligência Artificial, no Direito. Professor na UFMG e PUCMINAS.

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