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Artigos Empório do Direito – Senhorinhas de velório: meu epitáfio

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ARTIGO

Senhorinhas de velório: meu epitáfio

O artigo aborda reflexões sobre a vida e a morte, utilizando uma linguagem poética para questionar a forma como enfrentamos a própria finitude. O autor, Paulo Ferrareze Filho, explora a ideia de subversão frente à morte, instigando o leitor a considerar o significado de sua existência e os legados deixados. Através de metáforas provocativas, o texto oferece uma perspectiva singular sobre o ato de morrer e a memória que isso gera.

Paulo Ferrareze Filho
22 jul. 2018 15 acessos
Senhorinhas de velório: meu epitáfio

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Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda temas como a morte e a relação com o passado, expressando a visão do autor sobre a inevitabilidade do óbito, além de refletir sobre como as memórias persistem mesmo após a morte.

Utiliza a figura das "senhorinhas subversivas" como uma metáfora para as pessoas que, embora não sejam convencionalmente reconhecidas, têm um papel significativo na vida e na morte do narrador, evocando um tom irônico sobre o velório e a própria ideia de luto. Outro tema relevante é a subversão, que se manifesta tanto na vida quanto na morte do autor, questionando normas sociais e a forma como lidamos com a perda.

A imagem escolhida para o post complementa a narrativa ao sugerir uma rotina que, embora à primeira vista mundana, carrega significados profundos na reflexão sobre a existência.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Paulo Ferrareze FilhoPsicanalista, professor e pesquisador (IP/USP).

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