Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de maio esgotou. A próxima é Execução Penal, em Brasília, com Lote 1 em vendas. Ver a imersão de junho

Artigos Empório do Direito – Presunção de inocência é princípio sem regra?

Início/Conteúdos/Artigos/Empório do Direito
ARTIGO

Presunção de inocência é princípio sem regra?

O artigo aborda a polêmica em torno do cumprimento da pena antes do trânsito em julgado, analisando a tensão entre visões utilitárias e normativas. O autor critica decisões do Supremo Tribunal Federal que, segundo ele, desvirtuam o princípio da presunção de inocência, ressaltando a importância da integridade e coerência do sistema jurídico. Além disso, propõe que a discussão do STF deve se alicerçar na normatividade constitucional, destacando o perigo do ativismo judicial e da interpretação c...

Rosivaldo Toscano Júnior
03 abr. 2018 19 acessos
Presunção de inocência é princípio sem regra?

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a polêmica em torno do cumprimento da pena criminal antes do trânsito em julgado da sentença, destacando questões como utilidade versus normatividade, onde são discutidos os argumentos utilitários que defendem o tratamento de indivíduos como condenados antes que todas as possibilidades de recurso sejam esgotadas.

O autor critica a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) nas ADCs 43 e 44, que, segundo ele, alterou a essência da presunção de inocência, transformando um princípio constitucional em um “pan-princípio” sem fundamento normativo. Também é explorada a diferença ontológica entre regras e princípios, enfatizando que ambos devem coexistir de forma coerente dentro do sistema jurídico, com a presunção de inocência sendo um princípio que não pode ser exercido sem a correspondente regra constitucional.

O texto alerta para os riscos de uma interpretação que ignora a norma, culminando na erosão da coerência e integridade do Direito, e conclui que o julgamento vindouro representa uma oportunidade para o STF reafirmar seu compromisso com a normatividade constitucional e evitar o ativismo judicial que distorce o papel do Judiciário.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Presunção de inocência é princípio sem regra?" por Rosivaldo Toscano dos Santos Júnior.

  • Contexto do julgamento do STF: Discussão sobre a possibilidade de cumprimento de pena antes do trânsito em julgado da sentença penal, gerando polêmica e polarização na sociedade.
  • Utilidade versus Normatividade: Análise da dicotomia entre decisões baseadas em utilidade e aquelas que seguem a normatividade jurídica, enfatizando que o direito deve ser fundamentado na lei e na Constituição.
  • Erro no julgamento das ADCs 43 e 44: Crítica à decisão do STF que permitiu o cumprimento de pena sem trânsito em julgado, resultando em uma apropriação indébita hermenêutica do princípio da presunção de inocência.
  • Diferença ontológica entre princípio e regra: Explicação sobre como princípios e regras estão interligados, ressaltando que um princípio sem regra perde sua densidade normativa.
  • A importância do art. 5º, LVII da Constituição: Discussão sobre a necessidade de respeitar a redação da Constituição, que estabelece que ninguém pode ser considerado culpado até o trânsito em julgado.
  • Implicações da decisão do STF: Reflexão sobre como a decisão destruiu a densidade normativa do princípio da presunção de inocência e revogou o artigo 283 do CPP, comprometendo a integridade do sistema jurídico.
  • Consequências da falta de coerência e integridade no sistema jurídico: Consequências da erosão da normatividade e da coerência, alertando para riscos associados à interpretação e aplicação do direito.
  • O papel do STF como Guardião da Constituição: Expectativa para o julgamento próximo, destacando a importância de retornar à normatividade e evitar posições ativistas que possam erodir a Constituição.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Rosivaldo Toscano Junior
Rosivaldo Toscano JúniorDoutor em Direito (UFPB) e MBA em Poder Judiciário (FGV-Rio). Professor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados - ENFAM (Brasília, DF). Juiz há 23 anos, atualmente é Titular do 3º Juizado de Violência Doméstica de Natal. Autor do seguintes livros: O Cérebro que Julga: neurociências para juristas (Emais Editora, 2023), A Guerra ao Crime e os Crimes da Guerra (2ª edição, Empório do Direito, 2017) e Controle Remoto Judicial: quando se decide sem decidir (Lumen Juris, 2014).

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos