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Artigos Empório do Direito – A arte de não julgar ii

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ARTIGO

A arte de não julgar ii

O artigo aborda a importância da empatia e da conexão horizontal na atuação de defensoras/es públicas/os, destacando a necessidade de afastar julgamentos e valores pessoais. Fernanda Mambrini Rudolfo enfatiza que a verdadeira defesa se constrói através de uma relação respeitosa e de aprendizado mútuo com pessoas em situação de vulnerabilidade, permitindo que estas assumam o protagonismo em seus próprios processos. A autora propõe um exercício constante da arte de não julgar, essencial para ef...

Fernanda Mambrini Rudolfo
17 jun. 2018 15 acessos
A arte de não julgar ii

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Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância da prática da empatia e da alteridade na atuação das defensoras e defensores públicos, enfatizando a necessidade de não impor valores pessoais e de evitar julgamentos na relação com os assistidos.

A autora, Fernanda Mambrini Rudolfo, introduz a ideia de que a desconexão do contexto do assistido pode criar uma relação verticalizada, prejudicando a verdadeira defesa e a percepção do assistido como protagonista. O texto discute a criação de uma conexão horizontal entre defensor e assistido, que envolve respeito e aprendizado mútuo, diferenciando a abordagem da Defensoria Pública da postura muitas vezes paternalista do Ministério Público.

Por fim, destaca que, para efetivar direitos, é essencial que haja uma relação que reconheça a dignidade de ambos os lados, evitando hierarquizações e promovendo uma troca enriquecedora.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "A arte de não julgar II" por Fernanda Mambrini Rudolfo.

  • Importância do afastamento de valores pessoais: A relevância de não deixar que aspectos morais individuais interfiram na atuação das Defensoras/es Públicas/os, buscando uma defesa mais objetiva.
  • Empatia e alteridade: Necessidade de se colocar no lugar da/o assistida/o, promovendo a compreensão das suas angústias e anseios através de uma conexão efetiva.
  • Relação horizontal: Criação de uma relação entre defensor e assistido que respeite a dignidade do outro, evitando posturas hierárquicas e paternalistas.
  • Solidariedade versus caridade: Reflexão sobre a diferença entre ajudar genuinamente e impor assistencialismo, destacando a importância do aprendizado mútuo.
  • Dignidade na ausência de julgamentos: Abordagem de que a dignidade do assistido é prejudicada tanto pelo julgamento quanto pelo distanciamento da relação que deve ser construída.
  • Consciência de troca: Importância de reconhecer que a relação defensor-assistido é bidirecional, onde ambos podem aprender e contribuir.
  • Diferença em relação ao Ministério Público: Comparação entre a atuação da Defensoria Pública e a do Ministério Público, abordando a falta de conexão da última com a sociedade.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Fernanda Mambrini RudolfoDefensora Pública do Estado de Santa Catarina desde 2013, com atuação especialmente junto ao Tribunal do Júri. Bacharela, Mestra e Doutora em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Coordenadora Científica do Centro de Estudos, Capacitação e Aperfeiçoamento da Defensoria Pública.

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