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Artigos Conjur – “Vírus espião” como meio de investigação: a infiltração por softwares

ARTIGO

“Vírus espião” como meio de investigação: a infiltração por softwares

O artigo aborda a utilização de malware como um método de investigação criminal, destacando seu potencial para acessar informações de forma clandestina e os desafios éticos e legais decorrentes dessa prática. Os autores discutem a ausência de regulamentação específica no Brasil para o uso desse tipo de tecnologia, enfatizando a necessidade de proteção dos direitos fundamentais, como a privacidade e a integridade dos sistemas informáticos. Além disso, ressaltam a importância de uma base legal ...

Aury Lopes Jr, Hélder Furtado Mendes
07 jun. 2019 16 acessos
“Vírus espião” como meio de investigação: a infiltração por softwares

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a utilização de malware como método de investigação criminal, destacando sua função como software malicioso que permite o acesso clandestino a dispositivos informáticos e a obtenção de provas.

São discutidos os aspectos técnicos do malware, como a criação de backdoors para o monitoramento de comunicações, dados e geolocalização, além das implicações para direitos fundamentais como privacidade e a integridade dos sistemas informáticos. O texto também menciona a situação em outros países que já utilizam essa metodologia e as controvérsias que surgem a partir da potencial violação de direitos individuais. No contexto brasileiro, é enfatizada a necessidade de uma regulamentação legal que autorize a utilização desse método, uma vez que a falta de normatização vigente pode levar à obtenção de provas ilícitas.

Por fim, a discussão aborda a evolução dos direitos fundamentais na era da informação e a importância da proteção dos sistemas informáticos, considerando-os como parte essencial da estrutura democrática e da cidadania.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Vírus espião" como meio de investigação: a infiltração por softwares, escrito por Aury Lopes Jr. e Carlos Hélder Carvalho Furtado Mendes.

  • Definição de Malware: Discutido como um software malicioso utilizado pelo Estado para obter provas, permitindo acesso clandestino a sistemas informáticos e dados confidenciais.
  • Funcionamento do Malware: Criação de um portal de acesso (backdoor) para monitoramento remoto em tempo real de comunicações, arquivos e funcionalidades do dispositivo alvo.
  • Casos Internacionais: Exemplos de utilização de malware em investigações na Espanha, Itália e Estados Unidos, ressaltando polêmicas sobre restrições a direitos fundamentais.
  • Legalidade no Brasil: Importância de uma legislação específica para o uso do malware nas investigações, evitando violação de direitos fundamentais sem autorização legislativa.
  • Direitos Fundamentais e Proteção de Dados: Análise da necessidade de proteção do direito à integridade e confiabilidade dos sistemas informáticos, considerado novo direito fundamental.
  • Cláusula de Abertura da CF: A possibilidade de incorporação de novos direitos fundamentais pela Constituição, além dos explicitamente dispostos, e sua relação com a proteção de dados.
  • Necessidade de Normativa Específica: Para o uso do malware em investigações, é necessária não apenas uma autorização constitucional, mas também uma regulamentação processual específica.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Aury Lopes JrDoutor em Direito Processual Penal pela Universidad Complutense de Madrid. É Professor Titular do Programa de Pós-Graduação – Especialização, Mestrado e Doutorado – em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Advogado criminalista. Membro da Abracrim
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Hélder Furtado MendesAdvogado Criminalista. Doutor e Mestre em Ciências Criminais - PUCRS. Especialista em Direito Penal Econômico - IBCCRIM/COIMBRA. Professor de Direito Processual Penal

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