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Artigos Conjur – Ana Cláudia Pinho: Porque precisamos falar sobre garantismo

ARTIGO

Ana Cláudia Pinho: Porque precisamos falar sobre garantismo

O artigo aborda a importância de discutir o garantismo penal no atual cenário democrático brasileiro, ressaltando os desafios enfrentados pela democracia desde o golpe de 2014 e a ascensão da extrema-direita. Ana Cláudia Pinho defende que, mais do que nunca, precisamos de juristas garantistas no Supremo Tribunal Federal, que respeitem a Constituição e assegurem os direitos de todas as minorias. O texto destaca que o garantismo não é apenas uma questão penal, mas uma teoria essencial para a de...

Ana Cláudia Pinho
23 nov. 2022 29 acessos
Ana Cláudia Pinho: Porque precisamos falar sobre garantismo

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância contemporânea do garantismo penal, discutindo seus fundamentos epistemológicos, axiológicos e normativos, especialmente os delineados por Luigi Ferrajoli.

Primeiramente, menciona a crise democrática no Brasil, surgida após eventos políticos significativos, como a operação Lava Jato e a ascensão da extrema direita, que levam a Violações de direitos de minorias e fragilização de instituições democráticas. Em seguida, enfatiza a necessidade de nomear juristas garantistas para a Suprema Corte, destacando que estes devem ser comprometidos com a Constituição e com a proteção dos direitos fundamentais. O texto também discute a função do Poder Judiciário na defesa da democracia, abordando casos emblemáticos que exemplificam os desafios do garantismo no sistema penal.

Além disso, menciona que a teoria do garantismo deve ser vista como uma extensão da democracia, onde a vontade da maioria não pode decidir sobre os direitos das minorias, ressaltando o papel da Corte Constitucional em assegurar que todos os direitos sejam respeitados. Finalmente, reafirma a relevância do debate sobre garantismo para o fortalecimento da democracia e a necessidade de adaptação das leis penais à Constituição de 1988.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo da Ana Cláudia Pinho intitulado "Por que ainda (e mais do que nunca!) precisamos falar sobre garantismo?".

  • Introdução ao Garantismo Penal: Análise dos fundamentos da teoria do Garantismo Penal de Luigi Ferrajoli, buscando acessibilidade para estudantes de graduação.
  • Esgarçamento da Democracia no Brasil: Reflexões sobre a ameaça ao regime democrático, com a ascensão da extrema direita e ataques a minorias e instituições republicanas.
  • Importância do Poder Judiciário: O papel do Judiciário como guardião dos direitos fundamentais e sua relevância no sistema democrático, especialmente em tempos de crise.
  • Nomeações para o STF: A expectativa sobre nomeações de juristas garantistas para o Supremo Tribunal Federal e suas implicações na democracia brasileira.
  • Garantismo e Judicialização da Política: A crítica à ideia de que a judicialização da política é negativa, destacando a função da Corte Constitucional em questões políticas relevantes.
  • Questões em Andamento: Exemplos de casos pendentes no STF que envolvem princípios garantistas, incluindo a execução de pena após condenação e a constitucionalidade do juiz de garantias.
  • Democracia Garantista: O conceito de democracia que vai além da regra da maioria, enfatizando a proteção dos direitos de todas as pessoas, inclusive das minorias.
  • Papel da Corte Constitucional: A responsabilidade da Corte em assegurar que todos, incluindo minorias, tenham seus direitos garantidos, reforçando a importância da Constituição.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Ana Cláudia PinhoDoutora em Direito. Professora da UFPA. Professora visitante da Università degli Studi di Roma Tre. Coordenadora do grupo de pesquisa “Garantismo em Movimento”. Promotora de Justiça do MPPA.

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