Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de maio esgotou. A próxima é Execução Penal, em Brasília, com Lote 1 em vendas. Ver a imersão de junho

Artigos Conjur – É preciso muita cautela com a palavra da vítima na justiça criminal

ARTIGO

É preciso muita cautela com a palavra da vítima na justiça criminal

O artigo aborda a fragilidade da posição da vítima no sistema de justiça criminal, destacando que sua palavra, muitas vezes considerada mero meio de prova, deve ser recebida com cautela. Os autores argumentam que o depoimento da vítima, embora relevante, pode ser influenciado por interesses pessoais e traumas, comprometendo a objetividade das informações, e propõem uma reavaliação das práticas atuais para garantir melhor tratamento e segurança à vítima dentro do processo penal.

Leonardo Marcondes Machado
21 mai. 2019 25 acessos 5,0 (1 avaliações)
É preciso muita cautela com a palavra da vítima na justiça criminal

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda as limitações da vítima no sistema processual penal brasileiro, destacando sua posição subordinada e como é frequentemente vista apenas como fonte de provas durante a investigação criminal.

Comenta a fragilidade da legislação e a ausência de um tratamento adequado da vítima, que é considerada uma "dupla perdedora" no processo penal, evidenciando sua vulnerabilidade e a exploração do seu relato. O texto ressalta a relação complexa entre a vítima e o caso penal, que pode levar a distorções na busca por justiça, mencionando a importância da coleta de evidências adicionais, principalmente em crimes sensíveis como os de natureza sexual. Discute a necessidade de uma abordagem mais cautelosa em relação ao depoimento da vítima, sugerindo a utilização de profissionais especializados, como psicólogos, para garantir a credibilidade dos relatos.

O artigo propõe melhorias nas práticas investigativas e um novo reconhecimento do papel da vítima, evitando sua re-vitimização e reduzindo danos psicológicos, ao mesmo tempo que questiona a eficácia do sistema penal atual em lidar com a memória humana e os desafios relacionados à coleta de provas.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo “É preciso muita cautela com a palavra da vítima na justiça criminal”, por Leonardo Marcondes Machado.

  • Condição da Vítima no Processo Penal: O artigo discute o papel limitado da vítima na legislação processual penal brasileira, sendo muitas vezes tratada como uma mera fonte de informação.
  • Desigualdade nos Processos: A vítima é vista como uma "dupla perdedora" e frequentemente ocupa uma posição de vulnerabilidade no sistema de justiça, expropriada de suas faculdades e sem um papel ativo na persecução penal.
  • Investigação Criminal: A oitiva da vítima é um dos primeiros passos na investigação, com importantes implicações na apuração dos fatos, mas com considerações sobre a possibilidade de parcialidade e interesses envolvidos.
  • Relação da Vítima com o Caso: A conexão da vítima com o processo pode influenciar seus depoimentos, levando a uma possível distorção da verdade em busca de vingança ou beneficiamento do acusado.
  • Credibilidade do Relato da Vítima: A necessidade de se receber as declarações da vítima com cautela, devido ao impacto emocional e subjetivo que a experiência do crime pode ter sobre ela.
  • Faxina da Justiça Criminal: Sugestões para melhorar a credibilidade das declarações da vítima, incluindo a utilização de profissionais qualificados para conduzir a oitiva e confirmar a veracidade dos relatos.
  • Técnicas de Entrevista: O artigo menciona abordagens como a “entrevista cognitiva” e protocolos estruturados para garantir uma coleta mais rigorosa das informações prestadas pelas vítimas.
  • Propostas de Reenquadramento: A autonomia da vítima na justiça criminal deve ser repensada, buscando práticas que evitem a sobrevitimização e os erros processuais que ocorrem devido a uma instrumentalização inadequada da sua voz.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Leonardo Marcondes Machado
Leonardo Marcondes MachadoDoutorando e Mestre em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Pós-graduado em Bases del Razonamiento Probatorio pela Universitat de Girona - Espanha. Professor em cursos de Graduação e Pós-Graduação. Professor da Academia de Polícia Civil de Santa Catarina. Membro Titular do Conselho Estadual dos Direitos Humanos de Santa Catarina. Delegado de Polícia Civil há mais de quinze anos.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos