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Artigos Conjur – Advogado que se preze não precisa de porte de arma de fogo

ARTIGO

Advogado que se preze não precisa de porte de arma de fogo

O artigo aborda a defesa da ideia de que advogados não necessitam de porte de arma de fogo, mas sim da habilidade em utilizar a caneta como ferramenta essencial para a justiça. O autor critica o ensino jurídico vigente e o Estatuto do Desarmamento, ressaltando que a verdadeira missão social do advogado reside na luta pelos direitos fundamentais da sociedade. Conclui propondo que, ao invés de armamento, os advogados deveriam ser equipados com canetas, simbolizando o poder do conhecimento e da ...

Luis Guilherme Vieira
29 nov. 2004 20 acessos 5,0 (1 avaliações)
Advogado que se preze não precisa de porte de arma de fogo

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda diversos temas relacionados à advocacia e à ética profissional, enfatizando que o advogado, em vez de depender de armas de fogo, deve dominar a "arma" mais poderosa: a caneta, que representa o conhecimento e a habilidade de argumentação.

O autor critica a baixa qualidade do ensino jurídico, exemplificada pela alta taxa de reprovação no exame da OAB-SP, alertando para a importância de revitalizar os princípios éticos que orientam os advogados. Além disso, questiona a eficácia do Estatuto do Desarmamento, argumentando que a lei não resolve problemas de criminalidade e defende que a decisão sobre portar armas deve ser de responsabilidade de cada cidadão.

O autor sugere uma ironia ao propor que advogados deveriam ter um “porte de canetas” em vez de armas, ressaltando que o foco deve estar na defesa dos interesses sociais e no compromisso com a justiça, ao invés da militarização da profissão. O texto conclui com um apelo à valorização da advocacia através da promoção do uso da caneta como símbolo de compromisso ético e eficácia na defesa.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Advogado que se preze não precisa de porte de arma de fogo", escrito por Luís Guilherme Vieira.

  • A Importância da Caneta: O advogado deve priorizar o domínio da caneta como sua principal ferramenta, em vez de depender de armas de fogo para exercer sua profissão e defender os direitos fundamentais.
  • Ética na Advocacia: A revitalização dos princípios éticos é essencial para manter a relevância social da advocacia, como destacado pelo recente Movimento do Conselho Federal.
  • Críticas ao Estatuto do Desarmamento: O autor argumenta que leis rígidas sobre armas não são eficazes na resolução da criminalidade e defende a liberdade individual de posse de armas.
  • O Poder da Caneta: A proposta de “porte de canetas” sugere que advogados devem ser equipados com habilidades de escrita e argumentação, em vez de armas, para defender os interesses de seus clientes.
  • Advocacia e Missão Social: A advocacia deve focar na proteção dos direitos dos cidadãos, valorizando a profissão e combatendo as injustiças através do conhecimento e habilidade jurídica.
  • Campanha “Bic Já!”: Uma provocação para que advogados sejam equipados simbolicamente com canetas em vez de armas, enfatizando a importância da palavra e do diálogo na prática jurídica.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Luis Guilherme VieiraAdvogado criminal, ex-presidente da Comissão de Defesa do Estado Democrático de Direito da OAB-RJ, membro dos Conselhos Deliberativos do Instituto de Defesa do Direito de Defesa e da Sociedade dos Advogados Criminais do Rio de Janeiro. Foi membro titular do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária do Ministério da Justiça e secretário-geral do Instituto dos Advogados Brasileiros, dentre outros.

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