Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de maio esgotou. A próxima é Execução Penal, em Brasília, com Lote 1 em vendas. Ver a imersão de junho

Artigos Conjur – Ressuscitar prisão automática é voltar ao passado

ARTIGO

Ressuscitar prisão automática é voltar ao passado

O artigo aborda a recente decisão do Supremo Tribunal Federal que reestabeleceu a prática da prisão automática após a condenação em júri, refletindo sobre as implicações dessa mudança no entendimento da presunção de inocência. O autor, Mário de Oliveira Filho, critica a revisão de garantias constitucionais e compara o retorno a práticas históricas de violação de direitos com a polêmica Lei Fleury, que facilitou prisões preventivas. A reflexão sugere uma regressão em garantias processuais, des...

Mário Oliveira Filho
26 dez. 2018 15 acessos
Ressuscitar prisão automática é voltar ao passado

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que revive a prática da prisão automática após a condenação no tribunal do júri, mencionando dois casos de habeas corpus em que isso foi discutido.

O autor examina criticamente a mudança de perspectiva que remete ao passado, quando a prisão preventiva era a regra a partir da decisão de pronúncia, até a promulgação da Lei Fleury em 1973, que alterou essa realidade para beneficiar réus com boas condições. O texto explora a relação entre a lei e a história política do Brasil, particularmente a figura do delegado Sérgio Paranhos Fleury e a violência institucional da época. Além disso, critica a interpretação atual da Constituição, que tem sido utilizada para justificação da prisão antecipada, e considera a erosão da presunção de inocência.

O autor aponta a tendência dos tribunais de justapor a segurança pública ao direito à liberdade, resultando em prisões tendo como fundamento decisões colegiadas que podem ser revertidas. Por fim, o artigo reflete sobre o impacto dessa prática na defesa de direitos e a possibilidade de que isso se agrave, levando a uma reedição de abusos históricos no sistema judicial.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Ressuscitar prisão automática é voltar ao passado", escrito por Mário de Oliveira Filho.

  • Decisões Esquisitas do Supremo Tribunal Federal: Análise sobre a crescente tendência de decisões controversas na área criminal pelo STF.
  • Ressurreição da Prisão Automática: Discussão sobre o entendimento do ministro Luís Roberto Barroso e suas implicações para a execução da pena após o julgamento.
  • Lei Fleury e sua História: Contexto histórico da Lei 5.942/73, que alterou a imposição de prisões automáticas, associada a circunstâncias políticas da época.
  • Impactos da Nova Interpretação Judicial: Efeitos da nova jurisprudência sobre o devido processo legal, especialmente na prisão de réus antes do trânsito em julgado.
  • Violação da Presunção de Inocência: Crítica à mudança da cláusula pétrea da Constituição que garante a presunção de inocência até o trânsito em julgado.
  • Condições para Prisões Preventivas: Reflexões sobre a decretação de prisões preventivas com base em gravidade do crime e manutenção da ordem pública.
  • Recursos e Interpretações Estranhas: Análise sobre a dificuldade de acesso à justiça em relação à subida de recursos nas Cortes Superiores.
  • Prisão Obrigatória: Debate sobre a nova realidade de prisão automática após a decisão de 1ª instância, destacando a fragilidade da justificativa apresentada.
  • A Influência da Mídia e Opinião Pública: Reflexão sobre como a pressão da mídia e a voz da sociedade têm moldado as decisões judiciais.
  • Riscos de Retrocesso Jurídico: Advertência sobre as possibilidades de retrocesso no campo dos direitos e garantias individuais com a possibilidade de prisões automáticas.
  • Citações Históricas: Referência às práticas de injustiça e opressão ao longo da história, enfatizando a seriedade dos riscos atuais.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Mario Oliveira Filho
Mário Oliveira FilhoAdvogado Criminalista há mais de 43 anos, idealizador do Instagram “Papo de Criminalista”, Conselheiro da OAB/SP por seis mandatos, Escola de Advocacia Criminal Mário de Oliveira Filho.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos